segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Mãe Rainha de Schoenstatt

Mãe Rainha é um dos títulos atribuídos à Virgem Maria, mãe de Jesus. 
O titulo de Rainha concedido pela igreja refere se a coroação divina que obteve por duas vezes, a sua virgindade e maternidade divina. A escolha de Deus não teria sido outra se não aquela doce mulher. Após sua morte a Virgem Maria sempre fez aparições em todo o mundo e nas igrejas para dar consolo e esperança a humanidade.


A imagem de graças da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt é a reprodução de uma obra do pintor italiano, Crosio, criada no fim do século XIX. O título original desta imagem é “Refugium Peccatorum” – Refúgio dos pecadores.
Na imagem vemos Maria, a Mãe de Deus, com seu Filho Jesus, unidos.
Maria segura seu Filho com ambas as mãos. Com a esquerda O estreita a si, e com a direita segura o braço do Filho, oferecendo-o ao mesmo tempo a Deus Pai.

A devoção a Nossa Senhora de Schoenstatt surgiu em 1912 a partir do movimento criado pelo Padre José Kentenich, chamado Obra de Schoenstatt.  O padre, ao fazer uma palestra aos alunos do Seminário em Schoenstatt, na Alemanha, convocou a todos a orarem e fazerem sacrifícios para que a capela da Congregação, então consagrada a São Miguel, fosse o ponto de partida de um movimento que se espalhasse por todo o mundo.
Schoenstatt é um bairro da cidade de Vallendar, próximo de Coblença, Alemanha, é o centro e origem mundial do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Diariamente, peregrinos do mundo inteiro vão ao Santuário Original, considerado um lugar mariano de graças.
Réplicas dessa capelinha percorrem as casas dos fiéis e muitos têm sido os relatos de peregrinos que recorrem a santuários dedicados à Nossa Senhora de Schoenstatt que então se espalharam pelo mundo inteiro.  A todos os que procuram os santuários são dedicadas três graças: a do abrigo espiritual, a da transformação interior e a da missão apostólica.



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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Nossa Senhora Desatadora dos Nós

O título de Nossa Senhora Desatadora dos Nós surgiu em 1700 com uma pintura do artista
alemão Johann Schmidtner. A pintura, encontra-se na capela de St. Peter am Perlach, em Augsburgo na Alemanha.

O artista, ao criar este painel, inspirou-se em Ap 12,1: “Apareceu um grande sinal no céu: uma mulher revestida do sol (Mãe de Deus), a lua debaixo de seus pés (Imaculada Conceição), e na cabeça uma coroa de doze estrelas (Mãe da Igreja)”; e na frase de Santo Irineu: “Eva, por sua desobediência, atou o nó da desgraça para o gênero humano; Maria por sua obediência, o desatou”.
Sobre a Virgem o Espírito Santo derrama suas luzes. Um dos anjos entrega a Maria uma fita com nós grandes e pequenos, separados e juntos, apertados e frouxos, que simboliza a nossa culpa original. Um outro anjo recebe das mãos de Maria a fita que cai livremente com os nós desfeitos. Significa uma vida mergulhada em Deus e na sua misericórdia e o poder libertador das mãos de Maria.



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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Santa Clara, e a Ordem das Clarissas.

Clara nasceu em Assis, no ano 1193, no seio de uma família da nobreza italiana, muito rica. Porém o que a menina mais queria era seguir os ensinamentos de Francisco de Assis.Clara foi a primeira mulher da Igreja a entusiasmar-se com o ideal franciscano. Sua família, entretanto, era contrária à sua decisão de seguir a vida religiosa.

Enfrentando a oposição da família, que pretendia arranjar-lhe um casamento vantajoso, aos dezoito anos Clara abandonou o seu lar para seguir Jesus mais radicalmente. Para isto foi ao encontro de São Francisco de Assis e fundou o ramo feminino da Ordem Franciscana, também conhecido por "Damas Pobres" ou Clarissas. Viveu na prática e no amor da mais restrita pobreza.

O seu primeiro milagre foi em vida, demonstrando a sua grande fé. Conta-se que uma das irmãs da sua congregação havia saído para pedir esmolas para os pobres que iam ao mosteiro. Como não conseguiu quase nada, voltou desanimada e foi consolada por Santa Clara que lhe disse: "Confia em Deus!". Quando a santa se afastou, a outra freira foi pegar no embrulho que trouxera e não conseguiu levantá-lo, pois tudo havia se multiplicado.

O testemunho de fé de Clara foi tão grande que sua mãe, Ortolana, e mais uma de suas irmãs, Beatriz, abandonaram a riqueza e foram viver ao seu lado, ingressando também na nova Ordem fundada por ela.

No dia 11 de Agosto de 1253, algumas horas antes de morrer, Clara recebeu do Papa Inocêncio IV a bula de aprovação canônica da ordem das irmãs Clarissas. Dois anos após a sua morte foi proclamada Santa Clara de Assis, pelo Papa Alexandre IV. 



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sábado, 16 de julho de 2016

Nossa Senhora do Carmo, e a Ordem do Carmelo

Nossa Senhora do Carmo (Nossa Senhora do Monte Carmelo) é um título consagrado à Virgem Maria. Este título apareceu com o propósito de relembrar o convento construído em honra da Santíssima Virgem Maria nos primeiros séculos do Cristianismo, no Monte Carmelo, em Israel.
Local onde o profeta Elias se refugiou com outros eremitas levando um estilo de vida de simplicidade e pobreza. Os integrantes deste grupo recebeu o nome de carmelitas, criadores desta ordem religiosa.

Adoram a Deus, Jesus Cristo e a Virgem Maria que chamavam de Bem Aventurada Virgem do Carmo. Após algum tempo instalados ali, construíram uma pequena capela dedicada a Nossa Senhora do Carmo, com a perseguição muçulmana no local os carmelitas foram obrigados a fugir para a Europa e lá promoveram a Ordem do Carmelo por diversos países.

Nossa Senhora do Carmo aparece para São Simão, um homem piedoso que abrigava muitos carmelitas fugidos da perseguição, se torna um membro da Ordem do Carmelo. Desde sua aparição a São Simão, a Ordem do Carmelo começa a florescer na Europa e em vários lugares pelo planeta, permanecendo firme até os dias de hoje.

O escapulário, nome que vem do latim e significa armadura, proteção é uma das formas de devoção a Maria Santíssima. Seu uso era e é um sinal de confiança em Nossa Senhora do Carmo, a pessoa que faz uso deste colar é coberta com a proteção e as graças de Nossa Senhora do Carmo. 


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segunda-feira, 11 de julho de 2016

São Bento.

Bento nasce em 480 d.c, era uma época em que o império Romano estava em fase de decadência, perdendo espaço para os povos bárbaros. Oriundo de uma família nobre, Bento estava pré destinado a se tornar um estudante das ciências liberais, mas aquele ambiente era considerado por ele mesmo impróprio para que suas ideias surgissem.

Decide então se retirar e ficar dentro de uma gruta no alto de uma montanha, dedicando sua vida às orações e meditações. Recebia através de um outro eremita apenas o necessário para não morrer de fome.

Esse estilo de vida atraiu outros jovens que se inspiraram no seu ato para levar uma vida reclusa e a base da fé e dedicação. Ali dentro da gruta, Bento permanece por três anos,e o que o faz deixar o seu refúgio fora justamente a presença de pessoas que o visitavam frequentemente para aprender mais sobre fé, devoção e celibato.

Bento formou discípulos e fundou no sul de Roma o mosteiro de Monte Cassino, que é considerado o centro propulsor da vida beneditina em todos os tempos. A regra do mosteiro era levar a vida comunitária sob a direção de um mestre espiritual, sendo este um local autossuficiente, ou seja, ali se plantava, comia, dormia, eles não dependiam do restante do mundo para suprir suas necessidades básicas.

O projeto de Bento deu tão certo que após mais de duzentos anos da fundação do primeiro mosteiro, a Europa já estava repleta de novos mosteiros que levavam à regra o estilo da vida beneditina. Bento tinha como função formar o que ele denomina : “Cristãos Perfeitos”, seguindo os ensinamento de Jesus Cristo através dos evangelhos. Ele percebe que era mais fácil atingir esse propósito em coletivo do que recluso como anteriormente.

Os mosteiros beneditinos se tornaram na Idade Média, centros de civilização integral, expansores da evangelização e da ciência, além de escolas de agricultura. Destes lugares saíram mais de vinte papas, cinco mil bispos e cerca de três mil santos canonizados.



A origem da Cruz Medalha de São Bento é incerta, sabe-se que ela foi redescoberta em 1647, em Nattremberg, na Baviera.
Alguns pesquisadores estimam que a origem da imagem da medalha e do século XV.



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terça-feira, 28 de junho de 2016

O que é evangelizar?


Evangelização é a ação que consiste em levar o Evangelho, a boa nova da salvação, àqueles que ainda não a receberam, um chamado de Jesus Cristo para a Igreja de Deus.
A Igreja existe para evangelizar, ou seja, para pregar e ensinar, ser o canal do dom da graça, reconciliar os pecadores com Deus e perpetuar o sacrifício de Cristo na Santa Missa, que é o memorial da sua Morte e Ressurreição.


Entende-se por evangelizar o processo total mediante o qual a Igreja, o povo de Deus, movido pelo Espírito Santo:
1- Anuncia ao mundo o Evangelho do Reino;
2- Dá testemunho entre os homens da nova maneira de ser e de viver que ele [o evangelho] inaugura;
3- Educa na fé os que se convertem a ele;
4- Celebra na comunidade dos que creem nele a presença do Senhor Jesus e o dom do Espírito Santo;
5- Impregna e transforma com sua força toda a ordem temporal.


segunda-feira, 20 de junho de 2016

O Terço dos Homens.

O Terço dos Homens deseja resgatar, para o seio da Igreja, os homens de todas as idades e classes.

Como incentivo a participação masculina no ceio da Igreja, o movimento vem recebendo apoio da Igreja. E assim têm crescido muito nos últimos anos, o número de homens que se reúnem para rezar o Terço. Mostrado que a devoção a Nossa Senhora não é só para as mulheres. Lembrando que o Santo Rosário foi revelado pela Virgem Maria a um homem (São Domingos de Gusmão).


A origem do Terço dos Homens é desconhecida no exterior, há relatos de grupos desde 1912. No Brasil, o Terço dos Homens foi fundado pelo Frei Peregrino, no dia 8 de setembro de 1936, no estado de Sergipe.
 

A Igreja entende o terço dos homens como instrumento de transformação humana, pois sabe do seu valor como “Oração Completa”.

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