sábado, 10 de dezembro de 2016

SÍMBOLOS DE NATAL E SEUS SIGNIFICADOS.

Algumas pessoas podem não saber, mas os enfeites que caracterizam essa época do ano estão repletos de histórias e significados.
Conheça alguns dos principais símbolos natalinos e seus significados.



Árvore de Natal: Simboliza a paz, a alegria, a esperança e a vida na tradição cristã.
Bolas Coloridas: As bolas coloridas, que adornam o pinheirinho querem significar os frutos daquela árvore viva que é Jesus. Representam os dons maravilhosos que o nascimento de Jesus nos trouxe. São as boas ações daqueles que vivem em Jesus, como Jesus.

 
Presépio: Essa tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis no século XIII. O presépio mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis magos e os pais do menino.


Estrela: Na ponta da árvore de Natal e, muitas vezes, sobre o presépio, coloca-se a Estrela de Belém, que simboliza a estrela guia dos magos e sábios do Oriente.

Velas: As velas simbolizam a presença de Cristo como luz do mundo. Muito usada antes da chegada da luz elétrica, as velas estavam associadas à luz divina e ao espírito divino.


Sinos: Os sinos marcam o som dos céus. Por esse motivo, suas badaladas na noite de Natal anunciam o nascimento do Menino Jesus, o Salvador.



Guirlanda: É usada como enfeite nas portas de entrada das residências na época do Natal. Durante o advento, em muitos países, se faz com ramos de pinheiro uma coroa ou guirlanda com quatro velas para esperar a chegada do menino Jesus. Essas velas simbolizam as grandes etapas da salvação em Cristo. 



Anjos: Mensageiros de Deus na história da salvação. São sinal de que “os Céus se abriram e Deus visitou o seu povo”. Simbolizam a comunicação de Deus.

Um feliz e abençoado Natal com Cristo! 

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terça-feira, 29 de novembro de 2016

O Sacramento da Crisma.

O Sacramento da Confirmação ou Crisma , esta ligado ao Batismo.
A Crisma aperfeiçoa a graça batismal no sentido de torná-la "madura". É importante compreender bem isso.
No Batismo, nós recebemos o Espírito do Cristo Ressuscitado; ele nos é dado como vida divina, vida nova, eterna que faz de nós novas criaturas.
Na Crisma, o Espírito que nos tinha sido dado como vida, nos é dado como Força divina, que nos dá a capacidade de testemunhar Jesus, de anunciar o Evangelho e assumir ativamente nosso lugar na comunidade. Por isso mesmo é que se diz que a Crisma confirma o Batismo.
Quem recebe o sacramento da Confirmação deve, portanto, testemunhar e partilhar a fé publicamente. Essa é a diferença entre um batizado e um confirmado. A crisma é um verdadeiro Pentecostes para o fiel cristão, pois ela o introduz na vida pública.


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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Os Sete Dons do Divino Espírito Santo

Os Sete Dons do Espírito Santo são os valores centrais que se procuram no culto ao Divino Espírito Santo. Somente pela ação do Espírito Santo em nós, é que podemos conquistar a santidade. É ele, que desde o Batismo vem habitar em nós para fazer-nos “templos do Deus vivo”.

“Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? … Porque o templo de Deus, que sois vós é santo” (1 Cor 3,16). “Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual vos foi dado por Deus? (1 Cor 6,19).


Os Sete Dons do Espírito Santo, exatamente como são citados pela tradição católica e que se tornaram fonte de devoção popular, são enumerados na Bíblia no versículo 2 do capítulo 11 do Livro do Profeta Isaías: "Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, espírito de SABEDORIA e de ENTENDIMENTO, espírito de CONSELHO e de FORTALEZA, espírito de CIÊNCIA e de PIEDADE e de TEMOR DE DEUS".


01- Sabedoria: Nos ajuda a perceber a presença de Deus em nossas vidas. Faz-nos perceber a mão de Deus, guiando os nossos passos.


02- Entendimento: Nos ilumina para aceitar as verdades reveladas por Deus.

 
03- Conselho: Trata-se da capacidade de ouvir o seu semelhante, permite que aqueles que possuem mais experiência possam aconselhar os que se encontram perdidos.


04- Fortaleza: Nos prepara para lutar contra as tentações e o pecado. Nos faz corajosos na defesa da fé. 

05- Ciência: Faz que o cristão penetre na realidade deste mundo sob a luz de Deus; vê cada criatura como reflexo da sabedoria do Criador e como caminho a Deus. Leva o homem a compreender o vestígio de Deus que há em cada ser criado.


06- Piedade: Coloca todos no plano de filhos de Deus e dessa forma capazes de aceitar e perdoar os erros dos demais. Abre a possibilidade de um dialogo fraternal entre os homens e mulheres de boa vontade.


07- Temor de Deus: Esse Temor é o receio de ofender a Deus por ele ser tão bom e Santo. Não é medo de ofendê-lo e ser castigado, e sim receio de decepcioná-lo com o nosso pecado. 


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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Por que damos 3 pulinhos a São Longuinho


São Longuinho, São Longuinho, se eu encontrar o objeto que perdi dou três pulinhos”. Quem nunca fez esse apelo ao santo em um momento de desespero a procura de algo que perdeu?

Uma simpatia brasileira típica é invocar o funcionário número um do Departamento Celestial de Achados e Perdidos: São Longuinho. Só não se esqueça, quando o objeto reaparecer feito mágica, de agradecer.

Existe forma de agradecimento mais esdrúxula? Mas o mais curioso é que ninguém sabe de onde veio essa superstição. 
São Longuinho, é muito popular na Espanha e no Brasil.
No Brasil só existe uma igreja com sua imagem, em Guararema, interior de São Paulo. 


Segundo os historiadores da religião, Longinus chamava-se Cássio e era um dos centuriões romanos escalados para vigiar Cristo na cruz. “Na Sexta-Feira Santa, Cássio espetou sua lança no coração de Jesus e acabou levando um jato de sangue em seus olhos”, diz o padre Aparecido Pereira, estudioso de hagiografias (biografias de santos) e editor do jornal O São Paulo, da Cúria Metropolitana. Cássio sofria de um problema de vista, de acordo com alguns relatos, naquele momento foi curado instantaneamente. Como ele também teria problemas nas pernas, os pulos das pessoas são dados em sua homenagem. 


 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Qual a importância dos Padrinhos de Batismo?

 
O batismo é o fundamento de toda a vida cristã, e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, o batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra.

Na celebração do batismo, o padrinho e a madrinha se comprometem a acompanhar a criança em seu crescimento na vida cristã. 

  

Podemos traduzir as palavras padrinho e madrinha "como pais na fé".
Na cerimônia de batismo, o padre exige dos pais o compromisso de educar o filho ou a filha na fé. E do padrinho e da madrinha exige o compromisso de ajudar o afilhado, com a palavra e com o exemplo, a viver sua vida cristã.

O sacramento do batismo é tão importante, por isso o cuidado com aquele que vai apadrinhar o batizando.
Os padrinhos são pessoas escolhidas pelos pais para auxiliarem na condução de seus filhos, pela vida inteira. São eles os encarregados de nos ajudar na educação dos pequenos, na tarefa de formá-los para o bem.

Ao escolhermos os padrinhos, estamos dizendo aos escolhidos: “eu confio a você o meu bem mais precioso, toda a minha riqueza, a minha vida”.


Quem aceita esta responsabilidade o faz para sempre, pois a condição de filho de Deus é eterna; portanto sua tarefa de amor, cuidado e orientação não acaba quando seu afilhado se torna adulto, mas continua por toda a vida.


 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Mãe Rainha de Schoenstatt

Mãe Rainha é um dos títulos atribuídos à Virgem Maria, mãe de Jesus. 
O titulo de Rainha concedido pela igreja refere se a coroação divina que obteve por duas vezes, a sua virgindade e maternidade divina. A escolha de Deus não teria sido outra se não aquela doce mulher. Após sua morte a Virgem Maria sempre fez aparições em todo o mundo e nas igrejas para dar consolo e esperança a humanidade.


A imagem de graças da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt é a reprodução de uma obra do pintor italiano, Crosio, criada no fim do século XIX. O título original desta imagem é “Refugium Peccatorum” – Refúgio dos pecadores.
Na imagem vemos Maria, a Mãe de Deus, com seu Filho Jesus, unidos.
Maria segura seu Filho com ambas as mãos. Com a esquerda O estreita a si, e com a direita segura o braço do Filho, oferecendo-o ao mesmo tempo a Deus Pai.

A devoção a Nossa Senhora de Schoenstatt surgiu em 1912 a partir do movimento criado pelo Padre José Kentenich, chamado Obra de Schoenstatt.  O padre, ao fazer uma palestra aos alunos do Seminário em Schoenstatt, na Alemanha, convocou a todos a orarem e fazerem sacrifícios para que a capela da Congregação, então consagrada a São Miguel, fosse o ponto de partida de um movimento que se espalhasse por todo o mundo.
Schoenstatt é um bairro da cidade de Vallendar, próximo de Coblença, Alemanha, é o centro e origem mundial do Movimento Apostólico de Schoenstatt. Diariamente, peregrinos do mundo inteiro vão ao Santuário Original, considerado um lugar mariano de graças.
Réplicas dessa capelinha percorrem as casas dos fiéis e muitos têm sido os relatos de peregrinos que recorrem a santuários dedicados à Nossa Senhora de Schoenstatt que então se espalharam pelo mundo inteiro.  A todos os que procuram os santuários são dedicadas três graças: a do abrigo espiritual, a da transformação interior e a da missão apostólica.



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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Nossa Senhora Desatadora dos Nós

O título de Nossa Senhora Desatadora dos Nós surgiu em 1700 com uma pintura do artista
alemão Johann Schmidtner. A pintura, encontra-se na capela de St. Peter am Perlach, em Augsburgo na Alemanha.

O artista, ao criar este painel, inspirou-se em Ap 12,1: “Apareceu um grande sinal no céu: uma mulher revestida do sol (Mãe de Deus), a lua debaixo de seus pés (Imaculada Conceição), e na cabeça uma coroa de doze estrelas (Mãe da Igreja)”; e na frase de Santo Irineu: “Eva, por sua desobediência, atou o nó da desgraça para o gênero humano; Maria por sua obediência, o desatou”.
Sobre a Virgem o Espírito Santo derrama suas luzes. Um dos anjos entrega a Maria uma fita com nós grandes e pequenos, separados e juntos, apertados e frouxos, que simboliza a nossa culpa original. Um outro anjo recebe das mãos de Maria a fita que cai livremente com os nós desfeitos. Significa uma vida mergulhada em Deus e na sua misericórdia e o poder libertador das mãos de Maria.



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